Aos 17 anos, o cantor de R&B Trevor Jackson atravessou o mundo com sua música depois de estrelar projetos no cinema e na televisão com Syfy e Disney. Seu carisma e conforto em frente às câmeras contribuem bastante para seu crescimento, mas Jackson já era cantor de coração antes mesmo de ficar famoso. Sua voz é doce e cativante. O típico artista completo, que dança, canta e representa.

Dê o play parar curtir Drop It enquanto lê nossa entrevista. ;)

Pulse: Como você descreveria seu som a alguém que nunca o tenha ouvido?

Trevor Jackson: É difícil descrever, porque amo diferentes tipos de música. Quando canto, tento trazer um pouquinho de cada coisa. É principalmente R&B misturado com um pouco de pop.

P: Qual é sua época preferida do R&B? Anos 90 ou início dos anos 2000?

TJ: Eu amo R. Kelly e Boyz ll Men. Não há muita coisa tão boa no R&B agora, o que é triste porque sinto que as pessoas precisam deste tipo de som. Você escuta hip-hop e techno em todos os lugares, tudo que toca nos clubs é o que ouvimos no rádio.

P:  Conte-nos sobre sua transição de ator para cantor.

TJ: Comecei fazendo as duas coisas quando atuei em O Rei Leão na Broadway. Quando me mudei para Los Angeles já era um bom ator, mas senti na minha alma que tinha que fazer música. Minha mãe, incrível como ela é, disse ‘Ok’ e me levou para procurar um agente. Foi aí que me liguei à Atlantic.

P: Como sua formação como ator influencia em sua carreira musical?

TJ: Foi fácil. Quando você canta uma música realmente tem que senti-la para conseguir vender. É  fazer as pessoas entenderem o que você está tentando comunicar por trás do microfone. Nos vídeos musicais é preciso que as pessoas acreditem no que você diz.

P: Quando você começou a compor?

TJ: Eu, provavelmente, comecei a escrever música – música ruim – quando tinha uns onze anos. Escrevo mais melodias. E co-escrevi com muita gente incrível.

P: Com quem você morre de vontade de escrever?

TJ: Kendrick, Eminem, Drake, há um monte de gente... Iggy Azalea e Stevie Wonder. Eventualmente, quero fazer algo country. Gostaria de colaborar com Hayes Hunter. R&B e country são muito parecidos, olhando os dois juntos é possível ver a semelhança.

P: A seus olhos, o que torna os dois ritmos tão parecidos?

TJ: Ambos impulsionam a alma de forma comovente. Contam histórias e emocionam. É difícil encontrar música assim hoje em dia.

P: Conte-nos sobre a produção do vídeo de Drop It.

TJ: Quase todos no set eram meus amigos. Trabalhei com Mike Ho quando fizemos nosso primeiro vídeo, Like We Grown. Nosso coreógrafo é inacreditável. A equipe de dança arrasou.

P: Como é sua experiência com a dança?

TJ: Comecei no sapateado quando tinha 3 anos e isso me levou à atuação. Quando me mudei, tive aulas de dança de salão. Tenho um respeito diferente por dançarinos. São pessoas que conseguem aprender uma coreografia depois de muitas repetições e prática. Eu posso aprender, mas os verdadeiros dançarinos são incríveis. Eu não me considero um.

P: A coreografia será uma grande parte de seu show?

TJ: Com certeza. Não tenho certeza se será todo coreografado, mas vou dançar.

P: Quais são seus planos para os próximos meses?

TJ: Meu EP #NewThang saiu em setembro, agora me lanço em turnê. Estou trabalhando em novas músicas e novos vídeos para produzir quando voltar.